Brasileiros, peruanos e americanos vão desenvolver pesquisas sobre a malária na Amazônia.

Pesquisas sobre a malária ganharam reforços na Amazônia. Cientistas do Instituto de Ciências Biomédicas, ICB, e da Faculdade de Saúde Pública, FSP, da Universidade de São Paulo, USP, integrarão um grupo trinacional para estudar as características da transmissão da malária na Amazônia brasileira e peruana.

Brasil, Estados Unidos e Peru vão fazer parte do Centro Internacional Peruano/brasileiro de Excelência em Pesquisa de Malária, Icerm.

Apesar de o governo brasileiro implementar medidas de controle da malária, como distribuição de mosquiteiros e pulverização de inseticidas, a doença no Brasil ainda está longe de ser erradicada.

Diversos fatores serão avaliados, como o número de pessoas infectadas e o de novos casos. Será estudada a genética do mosquito e seus hábitos, assim como horário e local onde picam, e se estão se tornando resistentes a ação de inseticidas.

No Brasil os cientistas coletarão os dados na zona rural do Acre, em Acrelância. Já no Peru as pesquisas serão realizadas nas cidades de Iquitos e Puerto Maldonado.

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